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Associações

Corpo Nacional de Escutas
Agrupamento 1188 - Milharado

     ... em imagens!
     As várias actividades de Carnaval que marcaram os escuteiros do nosso Agrupamento...

O Ideal do Escutismo

     "O Escutismo é um movimento cuja finalidade é educar a próxima geração como cidadãos úteis e de vistas largas. A nossa intenção é formar Homens e Mulheres que saibam decidir por si próprios, possuidores de três dons que são fundamentais: Saúde, Felicidade e Espírito de Serviço".

Uma dimensão espiritual

     "A nossa finalidade no Movimento é dar toda a ajuda que pudermos à construção do Reino de Deus na Terra. Inculcando entre os jovens o espírito e a prática diária da boa vontade desinteressada e da cooperação"

Educação para a vida

     O Escutismo completa a escola e a família, respondendo às necessidades que estas não satisfazem. O Escutismo encoraja o conhecimento individual, o desejo de descobrir e a vontade de saber. Os Escuteiros descobrem o mundo, para além dos muros da escola, aprendendo com os outros e ensinando-lhes o que sabem.

Escutismo e Religião

 

     Onde é que entra a Religião no Escutismo?
     "Pois bem, eis a minha resposta: «Não entra em parte nenhuma. Já lá está. É o factor fundamental subjacente ao Escutismo».

 

RANCHO FOLCLÓRICO DE S. MIGUEL DO MILHARADO

 

     Em Maio de 1976 os Bombeiros Voluntários de Mafra, com o intuito de angariarem fundos para a aquisição de uma ambulância, apelaram às freguesias do concelho, no sentido de os ajudarem na realização de uma festa dos Santos Populares, com o contributo de marchas que apresentassem costumes e tradições da freguesia representada.

     Assim, organizou-se um grupo sob a orientação do Sr. Higino António Pereira, com a presença de um acordeonista.

     Um dos componentes do grupo fez a letra da marcha. Os trajes escolhidos foram os característicos deste género de movimento cultural. Como adorno, escolheu-se um cesto com pão, para as raparigas, e uma foice, para os rapazes, baseando-se esta escolha nos imensos campos de trigo, moinhos e azenhas que abundam nesta região.
Os arcos foram enfeitados com murta, planta usada ainda hoje nos nossos arraiais populares.

     Além da marcha escolhida, foram ensaiados alguns números de folclore da região.

     Este grupo constituído por 54 elementos, deslocou-se então, na noite de Santo António de 1976, à sede de concelho onde actuou com agrado, tendo-se classificado em décimo lugar.

     Estava assim lançada a primeira pedra para a criação de rancho folclórico.

     Em 20 de Junho desse mesmo ano, reuniram-se os participantes na marcha e, por unanimidade, decidiram criar o Rancho Folclórico.

     Os seus fundadores foram: Anselmo Branco Carreira, Higino António Pereira e Noel Machado Fernandes Ventura.

     No dia 1 de Outubro, assistiu-se ao baptismo do Rancho Folclórico de São Miguel do Milharado, durante os festejos em honra de São Miguel, tendo o Rancho adoptado o seu nome, em homenagem ao padroeiro da sua igreja matriz.

     O acto foi apadrinhado pela conhecida e conterrânea Beatriz Costa e pelo ceramista José Franco, do Sobreiro.

     Para testemunhar o baptismo, foram convidados o Rancho Folclórico As Cantarinhas de Barro do Sobreiro (Mafra), o Rancho Folclórico de Alenquer e o Rancho Folclórico Os Hortelões da Ervideira (Mafra).

     O pároco da Freguesia, Reverendo Padre Américo Freitas, depois da cerimónia do baptismo, proferiu algumas palavras alusivas ao acto, e de incitação aos componentes do Rancho, no sentido de ser este um valor a continuar.

     De então para cá, e tendo como principal objectivo representar o mais fielmente possível o quotidiano dos nossos antepassados, seus usos e costumes, levámos a efeito exaustivas recolhas junto daqueles que ainda viveram esse quotidiano ou que herdaram de seus avós os testemunhos que consigo mantiveram até aos dias de hoje.

     O nosso trabalho, embora dificultoso, tem vindo a possibilitar a recuperação das danças e dos cantares, do vestir e da maneira de ser, dos usos e dos costumes do povo da Freguesia e da região, valores que apenas sobreviviam nas memórias cansadas dos mais idosos. Estes valores que são parte integrante do património cultural da nossa região e todos os anos são apresentados em festivais organizados pelo nosso Rancho, e nas imensas deslocações aos vários recantos do nosso país.

Fato domingueiro

Fato de trabalho

     O Rancho Folclórico de S. Miguel do Milharado está inscrito na Federação do Folclore Português desde 1977. Em 4 de Janeiro de 1985, foi feita a Escritura de Constituição, no Cartório Notarial de Mafra, e a mesma publicada no Diário da República III Série nº 240 de 18 de Outubro de 1985.

GASTRONOMIA

 PARRAMEIROS

 

 

Bolos regionais da zona de Mafra, com um gosto caracterísco a erva-doce

Preparação
1.Num decilitro de água morna desfaça o fermento de padeiro e misture com 150 grs. de farinha, trabalhe esta masse e deixe levedar por 30 minutos aproximadamente.

2.Num recipiente coloque a restante farinha, abra-lhe uma cova no meio e insira aí a massa fermentada, vá trabalhando a massa e vá juntando a água e o leite.

3.Seguidamente junte a canela, a margarina derretida, o açúcar, a erva-doce, a raspa da casca do limão e os ovos, amasse tudo muito bem. Forme uma bola, cubra com um pano e coloque a massa novamente a levedar.

4.Depois da massa ter levedado (aumentado de volume) volte a amassar.

5.Retiram-se pequenas porções de massa que se tendem e enrolam, depois espalmam-se, esticam-se as pontas dando o feitio de ferradura ou meia lua.

6.Colocam-se num tabuleiro polvilhado de farinha e deixa-se descansar por mais 30 minutos.

7.Pincelam-se com gema de ovo e vão a cozer em forno pré aquecido a 200º C.

 

 RANCHO FOLCLÓRICO "OS SALOIOS DA POVOA DA GALEGA"

 

Em Louvor de santa Helena

E do Menino Jesus

Aqui ponho neste dia

A Divina Bela Cruz.

Deus te dê toda a virtude

Porque eu cá fiz o que pude.

Em nome do Pai, do Filho e do espírito Santo,Ámen.

 

 

“ …da tradição pupular saloia.

Acto de Fé propiciatório de boas scaras, no dia 3 de Maio…”

  

“SALOIO” era o povo que habitava os arredores de Lisboa, aos quais se vieram juntar os Mouros e os Árabes que deixaram a capital no século XII quando foram expulsos pelo Primeiro Rei de Portugal – D. Afonso Henriques .Os SALOIOS constituíam assim o núcleo populacional que explorava agricolamente o chamado "termo de Lisboa” e que fornecia os mercados lisboetas com carnes, legumes, frutas e hortaliças frescas.

 

O grupo Folclórico “OS SALOIOS” começou a sua actividade no mês de Abril de 1968, numa aldeia da região onde habitava o povo “Saloio” – Povoa da Galega. Lugar rural cujos habitantes se dedicavam ao trabalho agrícola, mas que, com o decorrer do tempo, tem vindo a sofrer um forte desenvolvimento industrial e urbanístico.

 

O grupo sempre desenvolveu um grande trabalho de pesquisa, recolha e reconstituição no campo da Etnografia e do folclore, o que o transformou num dos mais fieis representantes da sua região. Reportando-se ao fim do século XIX, o Grupo apresenta trajes variados. No que respeita ás danças e aos cantares, também foram recolhidos pelo Grupo.

 

Ao longo da sua vida, “OS SALOIOS” contam com actuações em Espanha e França e tem participado em muitos festivais de norte a sul do país.

 

É sócio efectivo da Federação de Folclores Português, da Associação do distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa e do INATEL. É também um organismo de Utilidade Publica.

  

TRAJES

 

Traje de trabalho

 

traje de ir á feira

 

 

traje de ir á missa 

traje de ir á escola 

 

DANÇAS E CANTARES

           

Bailaricos

Verde-Gaios

Modas de roda

Valsas

Mazurcas

Quadrilhas

Polcas

Contra-danças

 

Contacto:

Av.Portugal

Povoa da Galega

2665-357 Milharado

Mafra

Portugal

Telefones: 219750243 / 219750694 / 21985

GRUPO DANÇAS E CANTARES DE VILA DE CANAS 

 

A historia da nossa aldeia

 

Vila de Canas, aldeia que pertence á freguesia do Milharado, conta desde há muito com cerca de duzentos habitantes repartidos por sessenta famílias.

Nesta pacata aldeia e por sugestão de Idalina Botelho e Regina Lourenço, e a população fundou em 28 de Junho de 1990, o Grupo de danças e cantares de Vila de Canas, onde os bailadores sempre defenderam que o folclore não deve basear somente na arte de dançar, mas também no estudo e recolha de tradições aprendendo os hábitos de outrora não só na dança tradicional, mas também na forma de conviver e de ocupar os tempos livres, por isso, Vila de canas revive, anualmente, alguns dos mais conhecidos jogos tradicionais como por exemplo as corridas de sacos, as corridas de andas e as corridas com bilhas de agua á cabeça.

São padrinhos do grupo de danças e cantares de Vila de Canas Idalina Botelho e Inácia Beirão

 

Este grupo de danças e Cantares tem sido um dos garantes da preservação da cultura popular da região saloia.

  

 

 

A formação do Rancho

 

Recordamos que de 1987 a 1989, Idalina Botelho e Regina Lourenço eram estagiarias do curso de serviço Social no âmbito de desenvolvimento rural e, na  aldeia de Vila de Canas, concretamente na Cooperativa Agrícola de maquinas levaram a efeito um projecto para formação cooperativa dos membros, apoio á instalação de um estabulo colectivo e apoio á implementação de um Centro Cultural e Recreativo com o objectivo de fortalecerem a dinâmica associativa e da participação da mulher no associativismo; sensibilização dos agricultores da comunidade de Vila de Canas para a procura de contacto com as varias fontes de informação existentes no concelho de Mafra, e sensibilização para a vida sócio-cultural da comunidade, intensificando a sua participação na aldeia

Neste âmbito, realizaram diversas acções, nomeadamente: sensibilização e dinamização da aldeia para participação numa exposição de todos os valores culturais de Vila de Canas e, sensibilização e dinamização dos jovens da comunidade para a criação de um rancho folclórico. É neste contexto que nasce o Grupo de Danças e Cantares de Vila de Canas, com doze pares de bailadores, com idades compreendidas entre os 12 e os 24 anos, todos residentes em Vila de canas.

Nunca tiveram sócios nem quotizações e o seu único meio de subsistência resulta da festa de aniversário, que ocorre no último domingo de Junho, com almoço, pamplonas e jogos tradicionais populares.

 

 

Composição

 

Habitualmente este grupo apresenta-se com dez pares de bailadores adultos e nos últimos anos tem conseguido manter também um grupo infantil que tem tido uma evolução promissora. Quando se juntam para se divertirem e bailarem fazem-se acompanhar por uma tocata com um acordeão, um jogo de ferrinhos, uma caninha, uma pandereta e, uma cantadeira.

 

Trajes

 

Os trajes de outrora na aldeia de Vila de canas, eram muito semelhantes aqueles que os bailadores agora representam, com especial incidência para a roupa de trabalho. As cores escura e os tecidos mais resistentes e práticos eram uma constante no vestuário de todos os trabalhadores de Vila de canas que, maioritariamente trabalhavam no campo, tal como em  grande parte da freguesia do Milharado.

São vários os trajes mais significativos que os bailadores deste grupo apresentam nas suas exibições em palco.

O traje de trabalho masculino é reproduzido através de bailadores que usam calça e colete de cotim, camisa de riscado, lenço tabaqueiro, barrete preto de lã e, botas de cabedal. Geralmente, e porque se trabalhava no campo, os utensílios que este bailador exibe no palco são a enxada, saca de serapilheira, alcaparras de serapilheira e raspadeira de cana.

O traje de trabalho feminino, é na maioria das bailadoras reproduzido através de uma blusa de pipeline, saia de algodão, sobressaia de riscado, lenço tipo cachené ou chapéu de palha, sapatos de cabedal abotoadas com atacadores. As bailadoras que vestem este traje transportam, geralmente, um sacho e um cabaz do almoço.

 

 

Reportório

 

As danças e cantares do povo da freguesia do Milharado, entre 1900 e 1920 eram executados nas casas particulares, nas casas da “brincadêra”, e nas adegas ou nos pátios, durante os finais dos trabalhos sazonais.

Neste contexto e, sem pretensões de se intitulares rancho folclórico, os bailadores do Grupo de danças e cantares de Vila de Canas tentam retratar o quotidiano dos antepassados da sua aldeia, integrando no seu reportório modas recolhidas junto das pessoas mais idosas, posteriormente adaptadas aos objectivos actuais do grupo, tais como: Marcha de Vila de canas; bailarico Saloio; Saloiinha (com musica e letra de tradição popular); Vira; Verde Gaio; Erva Cidreira, Enleio; Menina que tanto sabe e Laurentino

 

 

Contactos:

Associação Cultural

Recreativa e Desportiva

de Vila de Canas

Telefone: 219751058

Telemóvel: 914176171

Vila de Canas

2665-383 Milharado

 

RANCHOFOLCLORICO ETNOGRAFICO

CABEÇO DE MONTACHIQUE

 

 Na sua maioria os seus elementos são jovens estudantes, que vem no folclore uma maneira agradável e sadia de ocuparem os seus tempo livres.

 

A população desta aldeia tenta manter neste rancho a cultura saloia, tanto nos trajes , que se preocupa serem copias fieis daquilo que se usava desde os finais do século XIX, como nas danças que  vão desde os bailaricos saloios, Viras, verde gaios e outras mais.

 

 

 Neste momento o rancho é composto por cerca de 35 elementos entre bailarinos, tocata, com idades compreendidas entre 5 e 70 anos.

 Este rancho tem participado em vários festivais realizados nos mais diversos pontos do pais, tais como : Povoa do Varzim, Tábua, Vila do conde, Vila Nova da Barquinha, Coimbra, Peniche, entre outros, assim como varias actuações na zona onde pertence.

 

Organizou em 7 e 8 Julho de 2001, 24 Horas de Folclore em 25 e 25 de Junho de 2006 ás 36 Horas de Folclore.

 

Assim como  I e II Encontro de folclore do concelho de Loures, nomeadamente em 2007 e 2008.

 

Procura-se com o trabalho desenvolvido, que um pouco do património seja mantido vivo.